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Não. Há uma infinidade de gases que contribuem para o aquecimento global e são, portanto, gases de efeito estufa; entre os quais encontram-se o óxido nitroso (N2O), o metano (CH4) e o ozônio (O3). Assim mesmo, o homem tem sintetizado compostos não naturais, como são os gases fluorados (CFCs, HFCs, PFCs e SF6) os quais têm um elevado potencial de aquecimento global. É preciso mencionar que nem todos estes gases estão dentro do Protocolo de Kyoto.
No. Com objetivo de poder realizar comparações significativas entre os efeitos de aquecimento de cada um deles tem-se estabelecido o conceito de CO2 equivalente. Se estabelece como uma medida universal baseada no potencial de aquecimento de cada um dos GEI, tomando como referência o dióxido de carbono. O CO2 equivalente medido para um gas é obtido pela multiplicação do volume do gas pelo GWP (Global Warmin Potential) dese gas. O GWP do metano é 21, o que significa que uma tonelada do metano tem um potencial de aquecimento igual a 21 toneladas de CO2. O SF6 tem um GWP na orden de 22.200, pelo que uma tonelada de SF6 seria equivalente a 22.200 toneladas de CO2.
Os gases com poder de absorver a radiação solar (GEI) recolhidos no Protocolo de Kyoto são: dióxido do carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), além de três gases industriais fluorados: hidrofluorocarbonos (HFCs), perfluorcarbonos (PFCs) e hexafluoruro de enxôfre (SF6). No Protocolo de Kyoto estabeleceu-se uma redução de emissões em uma porcentagem aproximada de 5% dentro do período que vai do ano 2008 ao 2012, em comparação com as emissões do ano de 1990.
Apesar de ambos os problemas estarem relacionados com a atmosfera, a mudança climática não é provocada pelo buraco da camada de ozônio. A causa da mudança climática é o efeito estufa causado pela queima de combustíveis fósseis (carvão, petróleo, gases) nas atividades humanas (energia elétrica, aquecimento, ar condicionado, transporte, fabricação de embalagens etc.).
O ozônio, uma molécula constituída por três átomos de oxigênio, se relaciona com dois problemas muito diferentes: o esgotamento da camada de ozônio (ozono estratosférico) e a formação do ozônio na superfície terrestre (ozono troposférico).
A melhora da eficiência energética envolve uma diminuição das emissões do CO2. O Livro Verde sobre Eficiência Energética da Comissão Européia (2005) considera a redução energética a maneira mais rápida, eficiente e econômica de diminuir as emissões de gases de efeito estufa, assim como de melhorar a qualidade do ar.
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