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Gestão de investimentos em créditos carbono

Mercados de carbono

Os mercados de carbono surgem da compra e venda de permissões de emissão e créditos pela redução de emissões para permitir aos países e às empresas cumprir seus compromissos de emissão de gases de efeito estufa. Os planos de alocação nacional (PNA) determinam o limite das emissões de cada instalação, criando a escassez necessária para que surja o mercado.

Zeroemissions desenvolve a capacidade de gestão em investimentos de carbono de terceiras empresas.

O comércio internacional de emissões permite o comércio de unidades asignadas de emissões (AAUs) e outros créditos do Protocolo de Kyoto (CERs e ERUs depois de terem sido gerados por um projeto), entre países do Anexo I.

É um mercado segmentado, existindo dois tipos básicos: mercados regulados e mercados voluntários. Nestes mercados, a unidade de medida é a tonelada de carbono equivalente (tCO2e). Outros gases com maior poder global de aquecimento (GWP) tomam equivalência nesta medida.

Produtos do mercado de carbono:

  • CERs. Certificados de redução de emissões permanentes, gerados em projetos em países não listados no Anexo I, ou projetos de mecanismo de desenvolvimento limpo, MDL. São utilizáveis para o cumprimento, substitutos perfeitos da licença de emissão outorgada anualmente pelos governos europeus às grandes empresas emissoras (EUAs). Cumuláveis de um período para o outro.
  • ERUs. Unidades de redução de emissões que são originadas nos projetos entre países do Anexo I, ou projetos de aplicação conjunta, JI. São fungíveis com EUAs e AAUs.
  • tCER/lCERs. Certificados de redução de emissões com data de expiração. Devem ser substituídos. Os tCERs são de risco zero, uma vez emitidos. Não são cumulativos. Não são utilizáveis para o cumprimento no mercado europeu até 2013. Podem ser vendidos diretamente para os países europeus ou para o Japão.
  • VERs. Reduções de emissões resultantes das ações voluntárias para reduzir emissões de gases de efeito estufa que têm sido verificadas por uma terceira parte independente. Podem ser usados para ações voluntárias de redução de emissões.

Fundos de carbono

Os fundos de carbono se formam a partir de um portfoliode projetos MDL que se agrupam em torno de um patrocinador ou promotor (Banco Mundial, um país ou uma entidade privada). Os créditos de emissão obtidos com a redução de CO2 são aportados ao fundo. Os participantes do fundo se compometem a comprar anualmente os créditos de emissão, de acordo com o quota da participação.

Zeroemissions tem atualmente uma participação em fundos de CO2 de 23,3 MEUR, com previsão de aumentar esta quantidade no período de 2008-2012. Os fundos de carbono nos quais atualmente temos participação são:

  • FEC. Fundo Espanhol de Carbono, 4,5 M€. Fundo com titularidade do Banco Mundial. Projeto a escala global, preferência América Latina. Setor de energias renováveis, destruição de gases, eficiência energética e resíduos sólidos. O fundo tem um tamanho de 170 M€ e um período de compra, até o ano de 2015.
  • MCCF, Multilateral Carbon Credit Fund, 6,5 M€. Fundo com titularidade do Banco Europeu de Investimentos para a Reconstrução e o Desenvolvimento. Investe em projetos de energias renováveis na Europa e Ásia, destruição de gases, eficiência energética e resíduos sólidos. O fundo tem um tamanho de 165 M€. Período de compra, até o ano de 2012.
  • FC2E. Fundo para a empresa espanhola, 10 M€. Fundo com titularidade do Banco Santander e ICO. Projetos do âmbito global. Tamanho do fundo: está previsto que alcance 100M€ no fechamento do segundo semestre. Período de compra até o ano de 2012;
  • Bio Carbon Fund, 2,3 M€. Fundo com titularidade do Banco Mundial. Europa e Ásia. Investimento em projetos florestais e de melhoria do uso da terra. O fundo tem um tamanho de 10M€.

Zeroemissions analisa novas possibilidades de investimento em Fundos de carbono no leque que o mercado oferece.

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(1) As empresas de Sevilha e Rio de Janeiro obtiveram
(2) A empresa de Sevilha obteve